O Valor da Amizade
Por Jim Mathis
Descobri cedo em minha carreira profissional que, como quase tudo na vida, negócios giram em torno de relacionamentos. Quando abri minha empresa no ramo fotográfico em 1973, um senhor mais velho, de nome Elgin Smith, acolheu-me e apresentou-me às pessoas que eu precisava conhecer. Desde então, sempre tenho feito negócios com amigos e raramente com estranhos.
Acredito que amizade, ou o potencial para amizade, deveria ter prioridade máxima. Tudo se resume em quem você conhece e quem conhece você.
Alguém disse que os melhores amigos são aqueles que fazem surgir em nós o que há de melhor. Procurar pessoas que possam me encorajar, com as quais eu possa aprender e que também queiram o melhor para si mesmas e para as que as cercam, me parece critério sólido para avaliar e estabelecer novos relacionamentos. Para ser alguém que outros gostam de ter ao lado é mais do que ter um conjunto de habilidades. Por exemplo, os músicos que conseguem os melhores trabalhos não são os que têm maior capacitação vocal ou instrumental, mas aqueles com quem as pessoas gostam de estar. Isso é também verdade, em vários níveis, para outras profissões.
Se quer ter amigos, seja amigo. Se quer que as pessoas se interessem por você, mostre interesse por elas. Este é um tópico que a Bíblia considera importante e sobre o qual tem muito a dizer.
Amizade exige que sejamos amigos. A verdadeira amizade é um relacionamento mutuamente benéfico, tanto nos negócios como na vida pessoal. Devemos estar dispostos a dar de nós mesmos o que exigimos dos outros.“O homem que tem amigos deve, ele próprio, ser amistoso...” (Provérbios 18.24 – tradução livre).
Amizade pode ser mais íntimo que relacionamentos familiares. Nossos relacionamentos com membros da família- pais, irmãos, irmãs, primos e avós - são importantes, mas às vezes, por causa da proximidade, do tempo passado juntos, interesses mútuos e lutas compartilhadas, os laços de amizade podem vir a ser ainda mais fortes. O restante do versículo anterior afirma: “...Mas existe amigo mais apegado que um irmão” (Provérbios 18.24).
Amizade é consistente. Qualquer um pode agir como amigo quando os tempos são agradáveis e as coisas vão bem. O verdadeiro amigo, porém, permanece junto mesmo durante tempos difíceis e graves. “O amigo ama em todos os momentos; é um irmão na adversidade” (Provérbios 17.17).
Amizade exige sacrifícios. O verdadeiro amigo dá de si mesmo, ainda que isso não lhe seja conveniente ou mesmo lhe seja custoso. O exemplo maior disso encontramos em Jesus Cristo, que disse: “Ninguém tem maior amor do que aquele que dá a sua vida pelos seus amigos” (João 15.13).
Relatos,fotos, ideias e reflexões sobre a VIDA COM JESUS E A EDUCAÇÃO; "Eu creio em Jesus como meu Senhor e Salvador"
Medite na Palavra de Deus
quinta-feira, 29 de julho de 2010
quarta-feira, 28 de julho de 2010
Infinito AMOR

TODOS PRECISAMOS DE UM AMOR INFINITO
QUE NUTRE QUE LEVANTA
QUE ABRE OS OLHOS
AMOR INFINITO
AMOR GRACIOSO
AMOR GENUÍNO
AMOR INCONDICIONAL
NENHUM SER HUMANO É CAPAz DE AMAR ASSIM
SOZINHO
DEUS AMA A TODOS DESTA FORMA
MAS MUITOS NÃO DESEJAM ESSE AMOR
PREFEREM O AMOR FALSO, INTERESSEIRO, RASO, SEM COMPROMISSO, VAZIO.
EU QUERO MAIS E MAIS O AMOR INFINITO DE DEUS QUE
SE EXPRESSA ATRAVÉS DE SEU FILHO JESUS, COMO ENCONTRAMOS EM JOÃO 3.16
PORQUE DEUS AMOU O MUNDO DE TAL MANEIRA QUE DEU SEU FILHO UNIGENITO, PARA QUE TODO AQUELE QUE NELE CRÊ TENHA A VIDA ETERNA.
BUSQUE O AMOR INFINITO DE DEUS EM SUA VIDA
JESUS TE AMA INFINITAMENTE.
RECEBA ESTE AMOR.
sábado, 5 de junho de 2010
Ensino Superior no Brasil: politicas e dilemas.
No Brasil a cadeia produtiva, e não o conhecimento, determina a opção de investimento público em tecnologia e inovação. Os limites do investimento público em pesquisa nas universidades - e, portanto, a separação do conhecimento (público) da inovação - impõem desafios que, por dependerem da cadeia produtiva, necessitam ser pactuados com a forte participação da universidade na definição de políticas de investimento.
Mas os desafios múltiplos de hoje, que incluem, entre outras pressões salutares, o uso social do conhecimento, o aumento de vagas, as relações múltiplas com os sistemas produtivos e a desconcentração da produção do conhecimento, requerem adaptações da estrutura, em especial das universidades de pesquisa, para responder as demandas e atingir relações estruturais compatíveis com missões explícitas. No Brasil, o financiamento necessário para que o sistema de produção de ciência e tecnologia das universidades públicas atinja um papel mais central no desenvolvimento socialmente justo deve considerar a academia como setor privilegiado nas decisões sobre planejamento.
Fonte: http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0103-40142000000300014&script=sci_arttext
Mas os desafios múltiplos de hoje, que incluem, entre outras pressões salutares, o uso social do conhecimento, o aumento de vagas, as relações múltiplas com os sistemas produtivos e a desconcentração da produção do conhecimento, requerem adaptações da estrutura, em especial das universidades de pesquisa, para responder as demandas e atingir relações estruturais compatíveis com missões explícitas. No Brasil, o financiamento necessário para que o sistema de produção de ciência e tecnologia das universidades públicas atinja um papel mais central no desenvolvimento socialmente justo deve considerar a academia como setor privilegiado nas decisões sobre planejamento.
Fonte: http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0103-40142000000300014&script=sci_arttext
quarta-feira, 26 de maio de 2010
Projetos
Itens do planejamento que não devem ser esquecidos:
- Todo bom plano de trabalho tem um cronograma, no qual todas as tarefas e providências estão relacionadas, com data de início, final e nome dos responsáveis.
- Fechando o cronograma, encontram-se os resultados do projeto e a data planejada para sua finalização.ü Relacionada a cada tarefa ou providência, aparece(m) o(s) nome(s) do(s) responsável(is) pela sua execução.
- Um bom cronograma de implementação deve estabelecer os momentos em que a equipe irá se reunir com o propósito principal de avaliar a execução do plano e verificar se o que foi imaginado está acontecendo, ou se há necessidade de alterar tarefas, providências e prazos.
Fonte: http://www.projetospedagogicosdinamicos.kit.net/index_arquivos/Page325.htm
Projetos
Condições para o êxitoA experiência mostra que as seguintes condições afetam positivamente a probabilidade de sucesso do projeto:ü Definição do problema. Projetos bem sucedidos, de forma geral, são definidos a partir do problema a ser resolvido e da clareza com que se define a solução do problema. O mais importante é definir com clareza os objetivos do projeto. Uma vez decidida a realização de um projeto, deve-se discutir exaustivamente como o problema pode ser resolvido e as características do resultado final, descritas nos objetivos do projeto ou em suas metas. Sempre que possível, o próprio título do projeto deve indicar as características do resultado final. Por exemplo: reforma, instalação e colocação em funcionamento da cantina escolar. Quanto mais tarde se deixa para realizar essas discussões e definições, mais difícil se torna a implementação do projeto.ü Envolvimento da equipe. Quanto mais o projeto representa um desafio para a equipe envolvida, maior é a probabilidade de que venha a ter sucesso. Projetos bem sucedidos criam na equipe uma sensação de propriedade: “Este é o nosso projeto, o problema que temos de resolver”.ü Planejamento. Projetos bem sucedidos são muito bem planejados. Uma vez estabelecidos os planos, no entanto, a equipe tem grande liberdade para executá-los. A probabilidade de o projeto ter sucesso aumenta se durante a sua implementação houver um cronograma de providências e resultados bem elaborado, a partir do qual, os participantes possam controlar o bom andamento dos trabalhos em direção aos resultados previstos. Outro fator que contribui com o sucesso de um projeto é procurar prever problemas que possam surgir em sua implantação e, com a antecedência necessária, preparar-se para resolvê-los, caso eles realmente aconteçam. Existem projetos que necessitam de recursos financeiros para sua implementação. Nesses casos, é preciso haver um bom planejamento dos custos do projeto, considerando-se quanto se vai gastar e de onde sairá o dinheiro. A existência de um coordenador é também uma providência necessária para que um projeto seja bem implementado e atinja a meta definida. A definição da função de coordenador e sua importância para um projeto encontram-se no item a seguir.(Final do trecho adaptado do texto Gestão de projetos, presente no livro Gestão da Escola, do Programa de Melhoria do Desempenho da Rede Municipal de Ensino de São Paulo)
segunda-feira, 24 de maio de 2010
Muito, Bom refletir.

Sempre que dou aula de Clínica Médica a estudantes do quarto ano de Medicina, lanço a pergunta:
-Quais as causas que mais fazem o vovô ou a vovó terem confusão mental?Alguns arriscam: "Tumor na cabeça". Eu digo: "Não". Outros apostam: "Mal de Alzheimer" Respondo, novamente: "Não". A cada negativa a turma espanta-se. E fica ainda mais boquiaberta quando enumero os três responsáveis mais comuns: - diabetes descontrolado; - infecção urinária; - a família passou um dia inteiro no shopping, enquanto os idosos ficaram em casa. Parece brincadeira, mas não é. Constantemente vovô e vovó, sem sentir sede, deixam de tomar líquidos. Quando falta gente em casa para lembrá-los, desidratam-se com rapidez. A desidratação tende a ser grave e afeta todo o organismo. Pode causar confusão mental abrupta, queda de pressão arterial, aumento dos batimentos cardíacos ("batedeira"), angina (dor no peito), coma e até morte. Insisto: não é brincadeira. Na melhor idade, que começa aos 60 anos, temos pouco mais de 50% de água no corpo. Isso faz parte do processo natural de envelhecimento. Portanto, os idosos têm menor reserva hídrica.. Mas há outro complicador: mesmo desidratados, eles não sentem vontade de tomar água, pois os seus mecanismos de equilíbrio interno não funcionam muito bem. Conclusão: Idosos desidratam-se facilmente não apenas porque possuem reserva hídrica menor, mas também porque percebem menos a falta de água em seu corpo. Mesmo que o idoso seja saudável, fica prejudicado o desempenho das reações químicas e funções de todo o seu organismo. Por isso, aqui vão dois alertas. O primeiro é para vovós e vovôs: tornem voluntário o hábito de beber líquidos. Por líquido entenda-se água, sucos, chás, água-de-coco, leite. Sopa, gelatina e frutas ricas em água, como melão, melancia, abacaxi, laranja e tangerina, também funcionam. O importante é, a cada duas horas, botar algum líquido para dentro. Lembrem-se disso! Meu segundo alerta é para os familiares: ofereçam constantemente líquidos aos idosos. Ao mesmo tempo, fiquem atentos. Ao perceberem que estão rejeitando líquidos e, de um dia para o outro, ficam confusos, irritadiços, fora do ar, atenção: É quase certo que sejam sintomas decorrentes de desidratação. "Líquido neles e rápido para um serviço médico". Arnaldo Lichtenstein (46), médico, é clínico-geral do Hospital das Clínicas e professor colaborador do Departamento de Clínica Médica da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP)
-Quais as causas que mais fazem o vovô ou a vovó terem confusão mental?Alguns arriscam: "Tumor na cabeça". Eu digo: "Não". Outros apostam: "Mal de Alzheimer" Respondo, novamente: "Não". A cada negativa a turma espanta-se. E fica ainda mais boquiaberta quando enumero os três responsáveis mais comuns: - diabetes descontrolado; - infecção urinária; - a família passou um dia inteiro no shopping, enquanto os idosos ficaram em casa. Parece brincadeira, mas não é. Constantemente vovô e vovó, sem sentir sede, deixam de tomar líquidos. Quando falta gente em casa para lembrá-los, desidratam-se com rapidez. A desidratação tende a ser grave e afeta todo o organismo. Pode causar confusão mental abrupta, queda de pressão arterial, aumento dos batimentos cardíacos ("batedeira"), angina (dor no peito), coma e até morte. Insisto: não é brincadeira. Na melhor idade, que começa aos 60 anos, temos pouco mais de 50% de água no corpo. Isso faz parte do processo natural de envelhecimento. Portanto, os idosos têm menor reserva hídrica.. Mas há outro complicador: mesmo desidratados, eles não sentem vontade de tomar água, pois os seus mecanismos de equilíbrio interno não funcionam muito bem. Conclusão: Idosos desidratam-se facilmente não apenas porque possuem reserva hídrica menor, mas também porque percebem menos a falta de água em seu corpo. Mesmo que o idoso seja saudável, fica prejudicado o desempenho das reações químicas e funções de todo o seu organismo. Por isso, aqui vão dois alertas. O primeiro é para vovós e vovôs: tornem voluntário o hábito de beber líquidos. Por líquido entenda-se água, sucos, chás, água-de-coco, leite. Sopa, gelatina e frutas ricas em água, como melão, melancia, abacaxi, laranja e tangerina, também funcionam. O importante é, a cada duas horas, botar algum líquido para dentro. Lembrem-se disso! Meu segundo alerta é para os familiares: ofereçam constantemente líquidos aos idosos. Ao mesmo tempo, fiquem atentos. Ao perceberem que estão rejeitando líquidos e, de um dia para o outro, ficam confusos, irritadiços, fora do ar, atenção: É quase certo que sejam sintomas decorrentes de desidratação. "Líquido neles e rápido para um serviço médico". Arnaldo Lichtenstein (46), médico, é clínico-geral do Hospital das Clínicas e professor colaborador do Departamento de Clínica Médica da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP)
Avaliação Formativa

Ao se referir sobre práxis educativa, Perrenoud (2002) nos diz ser "fundamental que o plano de formação seja pensado de forma coerente, como um percurso construído, e não como uma acumulação de unidades de formação sem coluna dorsal." Ele aponta que, ao se trabalhar desenvolvendo as competências, não se pode deixar de levar em consideração que essas "não podem ser construídas sem avaliação",nem segundo as práticas avaliativas clássicas, devendo, sim, "(...) passar por uma co-análise do trabalho dos estudantes e pela regulação de seus investimentos mais do que pelas notas ou classificações, promovendo uma avaliação autêntica." Nesse momento, ele coloca que a avaliação das competências deve ser formativa.
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